Após o recente reconhecimento da união homossexual pelo judiciário, discussão que o legislativo até agora se recusou a fazer por mera covardia e conveniente oportunismo eleitoreiro, já é hora de também se pensar na possibilidade de discriminação da maconha e até mesmo de outras drogas como estratégia de reconstrução das políticas públicas e sociais a luz das novas demandas e realidades estabelecidas pela contemporaneidade.
Afinal, ninguém em sã consciência duvida da falência da política conservadora e repressiva como resposta a questão das drogas...
Por isso, segue abaixo um bom exemplo a ser seguido:
“O Coletivo Marcha da Maconha Brasil é um grupo de indivíduos e instituições que trabalham de forma majoritariamente descentralizada, com um núcleo-central que atua na manutenção do site www.marchadamaconha.org e do fórum de discussões a ele anexado. Apesar de existir tal núcleo, todo o trabalho é realizado de forma horizontal e coletiva entre uma rede de colaboradores, no qual os textos, artigos e todo tipo de trabalhos são compartilhados de acordo com as necessidades, disponibilidades e engajamento de cada um”
Fonte da citação: http://marchadamaconha.org/
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