Não precisamos de moralismos para cultivar virtudes. Na verdade o moralismo é normativo e hipócrita. Ninguém nunca está a altura de seu ideal pudico de conduta. Por isso, qualquer moralismo, só alimenta o ódio latente nos que perseguem duvidosas fórmulas de perfeição e retidão pretensamente universais. Para isso precisam eleger inimigos, escolher "os imorais" e "pervertido" para negar a si mesmos como os verdadeiros inimigos do seu próprio ideal impossível. Há algo de parasitário em sua relação com seus ideiais...
A virtude é uma sofisticação de espíritos livres e atentos aos seus próprios limites. Eles não tem tempo para tentar salvar o mundo de si mesmo. Não cultivam modelos ou o autoritarismo de abstratos princípios universais.
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