segunda-feira, 27 de maio de 2024

NO LIMBO DA MADRUGADA

A luz pálida do abajur da sala
ilumina minha insônia,
mas apaga o tempo morto
que jaz no corpo da madrugada.

É cedo demais para acordar,
dormir ou sonhar.
É quase impossível viver,
apesar de tantos dias seguintes.

Existir está sempre por um triz
nos labirintos de tantas rotinas e preguiças.
Talvez, eu morra de tédio pela manhã.

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