fantasmas e maldições,
mas duvidam da possibilidade de uma sociedade mais justa,
sem hierarquias, senhores, reis e prisões.
Muitos acreditam tão ferrenhamente
no princípio da autoridade,
na necessidade de exploração,
de privilégio, de Estado,
do coletivo e do castigo,
que abominam a liberdade.
Tomam por utopia o auto governo,
ignorando a singularidade como principio de sociedade,
da invenção do comum.
Muitos, tão limitados por suas crenças
quanto por suas descrenças,
pouco percebem que existem como Um.