Viver não é obedecer
ou se render a rotinas.
É, antes de tudo,
improvisar, criar,
aceitar riscos,
fugir as regras, improvisar.
Viver é acreditar na imaginação,
enxergar além da visão.
É um permanente exercício
de transgressão e transcriação.
Viver é ação e subversão.
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