que nos liga a natureza.
Ela é o que nos move,
o que nos sustenta
na fronteira do dentro e do fora.
A fome ensina que o corpo não basta a si mesmo,
que somos parte de um mundo
e que pouco importa nossa suposta humanidade ou atroz vaidade.
A fome é tudo que nos devora em segredo,
é o deserto concreto da necessidade.
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