não perde tempo com negociações.
Ela é intransigente, radical.
Mas, acima de tudo, potente.
Ela é a centelha que acende
o fogo vivo da ruptura,
da destruição ritual e redentora.
A revolta são os corpos compositos
da multidão
que afirma em praça pública
a contundência de uma recusa,
de um basta,
a urgência de uma revolução.
A revolta é a arte de dizer não
através da rebelião.
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