quarta-feira, 16 de março de 2011

CONTRA O POLITICAMENTE CORRETO ECOLÓGICO ( SEGUNDA VERSÃO DA ULTIMA MENSAGEM POSTADA)


A nova ecologia e sua premissa de desenvolvimento sustentado, por maiores que sejam as evidências  aparentes de validade das  suas teses de um iminente hecatombe do meio ambiente caso não mudemos os rumos de nosso padrão de civilização pós industrial, não passa, em boa parte, de terrorismo ideológico. Ela apenas nos leva ao conservadorismo judaico cristão da falácia de  uma culpa universal em secular versão de pecado origianal/industrial... Seriamos hj realmente castigados pela natureza ou os próprios ritmos do ecossistema terrestre pressupõe mudanças o tempo todo e catástrofes...
EM CASO DE DÚVIDA PERGUNTEM AOS DINOSSAUROS...

segunda-feira, 14 de março de 2011

CONTRA O TERRORISMO ECOLOGICO


 A nova ecologia e sua premissa de desenvolvimento sustentado, por maiores que sejam as evidências  aparentes de validade de  suas teses de um iminente hecatombe do meio ambiente não passa, em boa parte, de terrorismo ideológico contra o tipo de civilização pós industrial em que hoje vivemos. Nos leva ao conservadorismo judaico cristão da falácia de culpa em secular versão de pecado origianal/industrial...
  1. O que sei é que não me imagino em qualquer projeção de futuro  sem tecnologias cada vez mais complexas, sem me importar com  suas conseqüências pseudo ambientais , apostando em uma futura resposta não ecológica E ESPACIAL para esse impasse reacionário  TEOCENTRICO. 
  2. Afinal, o que importa para mim é explorar e conquistar o universo em humano desafio de transcendência de toda realidade até agora possível e estabelecida...

domingo, 13 de março de 2011

UM POEMA MALDITO DE ALVARES DE AZEVEDO


TERZA RIMA

É belo de entre a cinza ver ardendo
Nas mãos do fumador um bom  cigarro,
Sentir o fumo em nevoa recendendo,

Do cachimbo alemão no louro barro
Ver a chama vermelha estremecendo
E até...  perdoem...  respirar-lhe jarro!

Porém, o que há mais doce nesta vida,
O que das mágoas desvanece o luto
E dá som a uma alma empobrecida,
Palavra d’honra, és tu, ó meu charuto!

In Poemas Malditos by Alvares de Azevedo

DICA DE LEITURA

Drogas e Cultura: Novas Perspectivas

Organizadores: Beatriz Caiuby Labate, Sandra Goulart, Maurício Fiore, Edward MacRae e Henrique Carneiro – Pesquisadores do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos – NEIP
Editora: EDUFBA
Apoio: MinC e Fapesp
ISBN: 978-85-232-0504-1
Formato: 17 X 24 cm, ilustrado – 440 p.
Preço: R$ 40,00
Resenha:
Há um excesso quando se fala do tema das “drogas” que não tem a ver com o dionisíaco ou com qualquer noção de “abuso” ou overdose: trata-se da profusão de lugares-comuns, preconceitos, moralismo, idéias fixas. Poucos temas, hoje, seguem cercados de tantos tabus e interdições quanto o das drogas psicoativas. Não todas as drogas psicoativas, mas aquelas proibidas por lei ou condenadas pela moral, pela psicologia, pela medicina. Convivem, lado a lado, uma enorme oferta de drogas legais, produzidos pelas grandes indústrias farmacêuticas, e drogas ilegais, as quais articulam em torno de si uma poderosa guerra internacional que mobiliza Estados e redes de traficantes com conexões globais. Subsistem, simultaneamente, usos tradicionais e novas práticas relacionadas a substâncias há muito conhecidas. Em todo caso, a literatura que aborda a “questão das drogas” não costuma ir além do estreito campo que vai das obras médicas (mais ou menos conservadoras), passando pelos livros jurídicos até os livros-reportagem (mais ou menos sensacionalistas). O campo das ciências humanas até muito recentemente foi um espaço ocupado por poucas e corajosas iniciativas de pesquisas sobre “drogas” circundadas por um expressivo silêncio. O livro Drogas e cultura: novas perspectivas, resultado de um simpósio realizado pelo Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP, www.neip.info) na Universidade de São Paulo em 2005, representa um importante esforço de pesquisadores das áreas de antropologia, sociologia, ciência política, direito e história de tratar do tema das “drogas” a partir de enfoques múltiplos, tendo como denominador comum a crítica ao proibicionismo destas substâncias. Composto por 17 artigos, além de um prefácio e uma introdução, está organizado em três partes: “A história do consumo de drogas e a sua proibição no Ocidente”, com quatro artigos destacando uma reflexão sobre a história e a lógica do atual regime proibicionista das drogas; “O uso de drogas como fenômeno cultural”, com três artigos que abordam a questão da interdisciplinaridade na análise das substâncias psicoativas”; e “Uso de drogas: diversidade cultural em perspectiva ”, que abrange a maioria dos textos da coletânea, apresentando diferentes abordagens do tema das drogas, a partir dos olhares de disciplinas como a antropologia, etnologia e história. A obra oferece um amplo espectro de abordagens que constroem pontes de convergência e diálogo e criam zonas de tensão, o que torna evidente que não há consenso ou pacificação ao se tratar de uma questão como essa. Trata-se de um livro de referência para quem não se conforma com o que já está divulgado sobre as “drogas” e se incomoda o suficiente para buscar outros ângulos, miradas e percepções (Thiago Rodrigues).
Contato:
EDUFBA
Tel/Fax:: (71) 3283-6164
http://www.edufba.ufba.br
coedufba@ufba.br

quinta-feira, 10 de março de 2011

HABITOS E VÍCIOS

Não sei se existe alguma diferença entre hábitos e vícios. Atribuir aos vícios o rótulo de nocivos não é absolutamente suficiente para distingui-los dos hábitos já que nada absolutamente vincula  necessariamente os últimos a qualquer estratégia de vida saudável.
 Como seres humanos somos seres desejantes... escravos das irracionais vontades que nos animam diariamente em uma busca interminável pelo prazer apesar dos áridos cenários das obrigações diárias.  
Além disso, não existe qualquer habito que não seja de certa forma também um vicio e vice versa, a questão é o que buscamos compensar através deles, que prazer podemos extrair de sua pratica sistematica.

ORIGENS DO TABAGISMO

Originária do continente americano, o tabaco era largamente utilizado de longa data pelos ameríndios.que tinham o hábito de mascá-lo ou aspirá-lo. Com a colonização européia o habito  por volta de  1560 popularizou-se na Europa através do diplomata frances Jean Nicot - cujo nome originou a palavra nicotina e que  acreditava que a substancia  possuía "maravilhosos poderes curativos". No século XVII, o tabaco era um vício generalizado em toda Europa, tanto como em parte da África e da Ásia.

segunda-feira, 7 de março de 2011

A ARTE DE VIVER


Viver não é saudável...
Tudo que importa é descobrir
Cada dia
Como se fosse o único
Até que se torne tarde demais...

Nossa finitude
Nos inspira sempre
A EXISTIR  o mais
De acordo possível
Com aquilo
que mais profundamente
somos...
aceitar riscos
até o limite de tudo
por qualquer migalha 
de banal felicidade.