Ele era tão
comum,
Tão banal e convencional
Que praticamente
não existia.
Não passava de estatística,
De mais um rosto
vazio na multidão.
Alguém que nada
tinha a dizer
E cuja vida se
reduzia ao mimetismo social.
Vivia como todo
mundo,
Consumia de
tudo,
Viajava,
estudava
Mas nada sabia
da vida
Na superfície árida
dos seus atos.
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