Gosto de não fazer nada,
De cortejar o sono,
Para acordar imaginações.
Gosto de frequentar o impossível,
De me desfazer em evasão,
Até que o quarto se revele
Como lugar nenhum.
De me desfazer em evasão,
Até que o quarto se revele
Como lugar nenhum.
A noite me faz íntimo do vazio,
Quase um morto vivo
Enterrado em preguiça.
Quase um morto vivo
Enterrado em preguiça.
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