vemos o que sabemos
na invenção da realidade.
Sofremos o que queremos
sem enxergar o que sentimos.
Pois a imaginação não cabe em nossa mania de verdade,
como o desejo transcende a sexualidade.
Somos onde fugimos de nós mesmos,
onde o inconsciente existe como potência
que extrapola o verbo
e o corpo, entre as curtidas, rompe o silêncio.
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