e maltratadas,
do cotidiano fútil,
da vida periférica e modesta,
da fatalidade de um dia de sol.
Sinto falta de ser normal,
das frutas na feira, da TV, do Rádio,
da minha mãe lavando roupa no quintal.
Sinto falta da criança que fui um dia
e morreu tão prematura diante das brutalidades
de um mundo marcado por desigualdades e opressões.
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