terça-feira, 11 de abril de 2017

FATALIDADE SOCIAL

Somos escravos  de nossas identidades
e obrigados a responsabilidade 
sobre nossos próprios atos.
Como se nossas escolhas
não fossem pré definidas,
como se a existência não fosse um jogo
sob o qual a sociedade,
tal como um deus perverso,
mestre da insanidade,
não exercesse o mais absoluto controle,
impondo suas regras.
Desde sempre esteve definido
este meu terrível destino.
Fui apenas quem tinha que ser
através dos meus tantos desatinos.


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