A banalidade de nossas rotinas
tira o valor do tempo,
torna a vida insípida
e faz a gente, as vezes,
duvidar da própria existência.
Caminho sempre de um ponto
ao outro do nada
entre a sala e a rua.
Qualquer lugar é vazio,
um espaço imperfeito
no qual me esqueço
enquanto as coisas acontecem.

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