Quero ficar na cama,
apagar o mundo,
esquecer a vida,
e fugir pra qualquer sonho bom.
Prefiro as coisas que não existem.
Estou cançado do absurdo da realidade.
O tédio da satisfação efêmera,
sempre provisória,
é a mais sutil de todas as formas de angustia.
O consumismo é o inferno do indivíduo livre,
poderia dizer qualquer cientista social
transcendendo as bolorentas letras de seus artigos.